Pratika Engenharia & Gestão Ambiental

 

A Pratika Engenharia & Gestão Ambiental tem executado projetos e serviços na área ambiental, com extrema dedicação e confiabilidade, em atendimento às exigências do orgão ambiental - CETESB, primando pela qualidade de seus propósitos.

Isso se traduz no elevado índice de aceitação de seus projetos ambientais, tanto no licenciamento de instalações, quanto nas avaliações preliminares; nas investigações confirmatórias de passivo ambiental; nos laudos de fundo de cava; nas investigações detalhadas e planos de intervenção; nos trabalhos de remediação ambiental e em centenas de monitoramentos realizados para encerramento dos casos.

Temos sob nossa responsabilidade técnica, emissão de mais de 400 ARTs – CREA-SP, de projetos de licenciamento ambiental, aprovados pela CETESB, em todo o estado de São Paulo.

Além dos projetos ambientais, realizamos para o segmento de Postos de Revenda de Combustíveis, projetos para aprovações de Alvarás de Equipamentos (Aprovação e Funcionamento) junto a Prefeitura Municipal de São Paulo, além do Certificado de Licenciamento junto ao Corpo de Bombeiros - CLCB.

Projetos de Engenharia e de Licenciamento

Elaboração e aprovação de projetos junto aos órgãos públicos, além da fiscalização, administração e gerenciamento de obras.

Segmento de Postos de Revenda Combustíveis:

  • Licenciamento Ambiental – CETESB;
  • Alvará de Aprovação de Equipamentos - PMSP;
  • Alvará de Funcionamento de Equipamentos – PMSP a ser renovado anualmente;
  • Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros – CLCB a ser renovado a cada três anos;
  • Teste de Estanqueidade a ser realizado anualmente.

Demais segmentos:

Acompanhamento do licenciamento ambiental de acordo com a atividade requerida, junto a PMSP - Secretaria Municipal do Verde e do de Meio Ambiente – SVMA, para obtenção das Licenças Ambientais Previa - LAP, de Instalação – LAI e de Operação - LAO.

Nesse contexto, a depender da amplitude e abrangência e risco ambiental do empreendimento, podem ser solicitados o memorial de caracterização do empreendimento – MCE e estudos mais complexos, a depender do impacto causado do empreendimento ao meio ambiente e potencial poluidor, tais como:

  • Estudo de impactos ambientai e respectivo relatório – EIA/RIMA,
  • Estudo ambiental simplificado EAS;
  • Estudo de viabilidade ambiental – EVA;
  • Plano de recuperação de áreas degradas - PRAD e estudo de impacto e relatório de impacto a vizinhança – EIV/RIV.
Remediação de Solo e Água Subterrânea

Visando construir parcerias com os clientes para minimizar os riscos ambientais, realizamos projetos de Gerenciamento de Áreas Contaminadas e implantamos sistemas de remediação de solo e água.

A remediação de solo e água subterrânea visa à redução ou eliminação das concentrações de contaminantes, com o objetivo de recuperar uma área contaminada até os limites legais ou valores específicos para o local, calculados na Avaliação de Risco - ACBR.

Atuamos em todas as etapas do projeto, desde o planejamento, execução, implantação e operação dos sistemas. Realizamos também estudos de viabilidade de alternativas de remediação.

Conheça alguns processos que executamos:

  • Bombeamento e Tratamento (Pump and treat)

    É o método mais comum de remediação de águas subterrâneas. O objetivo consiste na remoção da água subterrânea contaminada – tanto em fase livre como na fase dissolvida, carreando para unidades de separação e tratamento, objetivando assim a eliminação das águas contaminadas do aquífero.

    As águas subterrâneas removidas, podem ser tratadas mediante diferentes processos, notadamente por “Air Stripping” - adsorção em carvão ativado; métodos biológicos para contaminantes orgânicos e métodos físico-químicos para contaminantes inorgânicos, tais como os de tratamento e precipitação de Metais.

  • Extração Multifásica (MPE)

    Utiliza sistema de extração a vácuo que capta as fases: líquida, vapor e dissolvida presentes no solo e água subterrânea. Esta técnica é muito utilizada na remediação de hidrocarbonetos do petróleo, e promove a extração simultânea dos combustíveis (gasolina, diesel e etc.), dos vapores orgânicos voláteis (VOC's) presentes na zona não saturada do solo e também da fase dissolvida nas águas subterrâneas.

    O conjunto de equipamentos de extração, separação e filtragem, podem ser adaptado em um sistema sobre rodas, facilitando a mobilidade e utilização pontual. A extração a vácuo, nessa condição, pode também ser utilizada, na remoção de pluma fase livre de hidrocarbonetos derivados de petróleo – HDP.

  • Injeção de Ar - Air Sparging

    Consiste na injeção de ar na zona saturada para transferir contaminantes orgânicos voláteis da fase aquosa para a fase vapor.

    O ar, ao ser injetado na zona saturada, promove a migração dos compostos voláteis para a zona não saturada, de onde são posteriormente removidos por outras técnicas – por exemplo um sistema MPE. Técnicas complementares, como a injeção de compostos específicos que aumentam a biodegradabilidade desses mais resistentes e menos voláteis, poderão ser aplicados em conjunto.

  • Extração de Vapores (SVE)

    O SVE – Extração de Vapor do Solo é uma tecnologia de tratamento da zona não saturada. Consiste na injeção de uma corrente de ar através do solo de modo a que os contaminantes da matriz do solo, sejam ventilados e forçados a serem transferidos para o ar, através da imposição de vácuo - MPE. O resultado obtido é a remoção de compostos orgânicos altamente voláteis (COV’s) da zona não saturada do solo, atuando ainda sobre alguns compostos semi-voláteis.

    Dependendo da concentração dos contaminantes é frequente ser necessário proceder à limpeza do ar extraído, recorrendo a filtros de carvão ativado. É assim um excelente processo de descontaminação, para os casos onde os compostos voláteis são o principal poluente.

  • Processos Oxidativos avançados (POA)

    A oxidação química é uma tecnologia baseada na injeção de oxidantes químicos em meios contaminados (água subterrânea e solo), com o objetivo de degradar os contaminantes através de reações químicas, e converter sua massa em compostos inertes encontrados na natureza. Os oxidantes usualmente aplicados neste processo são:

    • Peróxido de hidrogênio (H2O2);
    • Permanganato de potássio (KMnO4);
    • Ozônio (O3);
    • Oxigênio dissolvido (em pequena escala).

    As aplicações mais comuns deste processo vêm sendo baseadas no reagente Fenton, onde o peróxido de hidrogênio é aplicado junto a um catalisador, o ferro (Fe), gerando radicais hidroxilas livres que oxidam os compostos orgânicos presentes no meio. O peróxido de hidrogênio residual decompões-se em água e oxigênio, e o ferro sofre precipitação.

    A oxidação é muito empregada na remediação de solo e água subterrânea. Ela pode ser aplicada a diversos tipos e granulometria de solos (silte e argila) no tratamento de compostos orgânicos voláteis (VOC’s), incluindo dicloroeteno (DCE), tricloroetileno (TCE), tetracloroetileno (PCE), benzeno, tolueno, etilbenzeno e xilenos, assim como os compostos orgânicos semi-voláteis (SVOC’s) tais como os pesticidas, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA’s) e as bifelinas policloradas (PCB’s) (Hunkeler, 2005)

    É comum ser aplicada como polimento final, após outro processo de remediação, para decompor massas orgânicas persistentes no meio físico. Sua aplicação deve ser realizada dentro de critérios técnicos, a fim de não agredir estruturas subterrâneas; podendo ainda, se realizada sem critério, causar encapsulamento da massa orgânica.

  • Atenuação Natural

    Também conhecida como Atenuação natural monitorada, é o uso de processos naturais para combater ou remediar alguns tipos de poluição do solo e da água subterrânea. Este processo baseia-se no fato de que em determinadas condições, alguns contaminantes são imobilizados ou degradados em produtos de baixa toxicidade, por processos biológicos, físicos e químicos.

  • Bioremediação

    Diferentes microorganismos degradam diferentes substâncias e alguns sobrevivem em condições extremamente adversas. Devido à elevada diversidade de compostos em solos contaminados por petróleo, ou frações do mesmo, estudos de biorremediação cada vez mais específicos, tem se mostrado de suma importância para o tratamento de ambientes contaminados.

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Licenciamento Ambiental

Consulte a Pratika Engenharia, para realizar seu licenciamento ambiental, tendo em vista que a Federação, Estado e Municípios de São Paulo, possuem legislações especificas para essa finalidade. A Resolução CONAMA 237 de 19/12/1997, estabelece a obrigatoriedade da obtenção das licenças, para diversas atividades, regulamentando a ação dos órgãos ambientais estaduais, para essa finalidade.

De acordo com convenio firmado entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA 01/2014, algumas cidades do estado paulista, possuem capacidade técnica para avaliar e expedir licenças, para determinadas atividades, em função do impacto ambiental local.

Os postos de revenda de combustível – Postos de Gasolina, continuam vinculados ao atendimento da Resolução CONAMA 273 de 31/12/2000 cabendo a CETESB – órgão estadual de meio ambiente, a responsabilidade pela gestão desse licenciamento.

Realizamos a regularização de resíduos, com a emissão do certificado de aprovação e disposição de resíduos industriais – CADRI , junto a CETESB.

Remoção de Tanques Subterraneos de Combústivel e Laudo de Fundo de Cava

Remoção de Tanques Subterrâneos

Consulte a PRATIKA ENGENHARIA, antes de realizar a remoção de tanques subterrâneos de combustíveis.

Os tanques subterrâneos de combustíveis em uso, e que não possuírem condições de serem monitorados, isto é, sem possibilidades de monitoramento da parede externa – (parede dupla) através do interstício, deverão ser trocados após 15 anos de uso.

Somos especializados nesse tipo de remoção e trabalhamos com empresas especializadas na quebra de piso, limpeza interna, ventilação, remoção dos tanques, transporte e descarte final.2 - remoção com area contaminada

Já realizamos inúmeros trabalhos dessa natureza, que culminam com a elaboração do Laudo de Fundo de Cava, das instalações, conforme procedimento CETESB em vigor.

Relatório de Remoção de Tanques e Avaliação de Fundo de Cava

3 - cava abertaAo realizar a troca de tanques subterrâneos, quer pelo tempo de uso – superior a 15 anos, para os que não atendem a norma NBR 13785 , ou pela necessidade de desativação, todo estabelecimento deverá apresentar à CETESB, o chamado Relatório de Remoção de Tanques e Avaliação de Fundo de Cava – “Tank Scavation”, conforme “Procedimento para Remoção de Tanques e Desmobilização de Sistema de Armazenamento e Abastecimento de Combustíveis” – S707V01 de 02/02/2007 da CETESB.4 - tanque furado

A Pratika Engenharia executa tal atividade, em consonância ao citado procedimento, avaliando e acompanhando todas as etapas previstas, para elaboração do referido relatório. Consulte a PRATIKA ENGENHARIA quanto à melhor forma de execução, uma vez que os equipamentos a serem removidos, deverão estar drenados, aspirados e ventilados, para execução da remoção e encaminhamento seguro.

5 - tanque furado removidoA CETESB deverá ser informada com antecedência de 07 dias, sobre a referida remoção e os tanques deverão ser enviados para empresas autorizadas, possuidoras de Licença de Operação, para raspagem interna, abertura e destinação final da borra e sucata metálica.6 - borra no interior do tanque furado

Todos esses registros, devem constar do Relatório de Remoção de Tanques e Avaliação de Fundo de Cava.

 

Laudo Hidrogeologico

LAUDO HIDROGEOLÓGICO é um documento de avaliação do solo e água subterrânea, requerido pela CETESB nos processos de liberação da Licença Prévia e visa identificar na área onde se pretende instalar sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis – SASC, qual o tipo de litologia do local, nível da água subterrânea e sua potenciometria, definindo assim o fluxo preferencial das águas subterrâneas, visando a instalação segura dos tanques de combustíveis.

Normalmente a avaliação de campo é feita através da abertura de três sondagens, próximas ao local de instalação dos tanques, identificando-se o tipo de solo e a estabilização do nível de água subterrâneo.

A Pratika Engenharia já realizou inúmeros trabalhos dessa natureza, em todo o estado de São Paulo.

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Avaliação Preliminar - CETESB

O órgão estadual de meio ambiente - CETESB tem exigido para os processos mudança de “uso e ocupação de uma área”, ou até mesmo para os empreendimentos em atividade, um relatório de AVALIAÇÃO PRELIMINAR, a fim de se obter um diagnóstico temporal baseado no histórico de uso da área, sua ocupação ao longo do tempo, processos envolvidos e substâncias manuseadas.

Tal elaboração exige conhecimento histórico-social, urbanístico, administrativo, além do saber sobre processos industriais e do meio ambiente.

Nesse trabalho é fundamental a definição de um “modelo conceitual”, que deve traduzir de forma objetiva, as premissas para as ações de investigação e avaliação do risco de contaminação do local.

Tal relatório deve ser realizado de acordo com o que prevê minimamente a norma brasileira – ABNT NBR 15515 de 2007 – Passivo Ambiental em Solo e Água Subterrânea - Parte I Avaliação Preliminar.

A Pratika Engenharia vem realizando esse tipo de avaliação para vários segmentos do mercado, tais como incorporadoras, postos de revenda de combustíveis, industrias, comércio, etc com plena aceitação do orgão ambiental – CETESB.

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Investigação Confirmatória de Passivo Ambiental  - CETESB

Postos de Revenda e Abastecimento de Combustíveis

Após o advento da Resolução COMANA 273/2000, que passou a exigir dos estados da federação, o controle dos licenciamentos ambientais para as atividades de postos revendedores, postos de abastecimento - PA, instalações de sistemas retalhistas e postos flutuantes de combustíveis, tal procedimento de avaliação de passivo ambiental, passou a ser exigido pela CETESB, desde o inicio do processo de licenciamento dos postos de combustíveis em 2001.

Essa importante ferramenta visa o conhecimento e a identificação de agressões ao meio ambiente, frente às atividades desenvolvidas no local, tanto no presente, quanto nas pretéritas, e deve obedecer especificamente ao Procedimento para Identificação de Passivos Ambientais em Estabelecimentos com Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) – S701V1 2007 e Procedimento para Identificação de Passivos Ambientais em Estabelecimentos com Sistema de Armazenamento Aéreo de Combustíveis (SAAC) – S705V1 2007.

Indústrias e demais atividades:

No caso de atividades industriais, que envolvam outros processos e tipos de substancias químicas, a avaliação de passivo ambiental deve seguir a norma ABNT NBR 15515-2 Passivo Ambiental em solo e água subterrânea – Parte 2 Investigação Confirmatória, atendendo também ao Procedimento para Gerenciamento de Áreas Contaminadas - DD 103/2007 da CETESB.

A Pratika Engenharia realiza esse tipo de avaliação em conformidade com os procedimentos citados. Consulte-nos.

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Investigação Detalhada - CETESB

Investigação Detalhada e Plano de Intervenção

Após a Avaliação Confirmatória de Passivo Ambiental, tendo como premissa de que a área possua concentração de compostos químicos acima dos limites estabelecidos pela Decisão Diretoria CETESB 045/2014, e agressividade acima dos Níveis Aceitáveis Baseados no Risco – NABR, há a necessidade da real delimitação, de todas as plumas das substancias químicas de interesse - SQIs identificadas no solo e na água subterrânea.

A Investigação Detalhada, tem por objetivo delimitar as plumas / massas das SQIs, definindo suas concentrações, tanto no plano horizontal, como no vertical, detalhando o real comprometimento da agressão ambiental constatada inicialmente, avaliando-se ainda as propriedades geológicas, geoquímicas e hidrológicas, entre outras.

Assim, deve ser conduzida de acordo com o procedimento para Gerenciamento de Áreas Contaminadas aprovado pela CETESB - DD 103/2007 e ao roteiro especifico para Execução de Investigação Detalhada e Plano de Intervenção em Postos e Sistemas Retalhistas de Combustíveis através da DD 263/2009, que define o modelo a ser seguido para esse segmento.

Tem como principais objetivos:

  • Avaliar detalhadamente as características das fontes de contaminação e sua extensão ao meio físico afetado;
  • Delimitar tanto no plano horizontal como no vertical os limites dessas plumas de contaminação, definindo áreas e volumes afetados.
  • Identificar as substâncias químicas de interesse - SQIs presentes nos meios, e suas concentrações;
  • Identificar os possíveis receptores a serem atingidos pela contaminação, através do modelo de Analise de Risco a Saúde.

Conhecendo-se as concentrações e elaborando a modelagem da analise de risco, pode-se então traçar o Plano de Intervenção para o local, que pode determinar uma medida de ordem institucional, de engenharia ou medidas de remedição, para a área avaliada.

A Pratika Engenharia realiza esse tipo de avaliação em conformidade com os procedimentos citados. Consulte-nos.

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A Avaliação de Risco baseia-se no princípio de ser possível conviver com contaminantes presentes no solo e água subterrânea, desde que esta presença não ofereça riscos à saúde dos potenciais receptores, ou seja, os ocupantes do site e do seu entorno. Para tanto os valores obtidos nas analises dos compostos presentes no meio, devem ser comparados aos padrões de concentração máxima aceitável no ponto de exposição CMA-POE; ou que os teores presentes não qualifiquem o risco através dessas vias avaliadas, a determinadas distancias do ponto de exposição, entendido por CMA-HS.

Esta metodologia traduz-se por Ações Corretivas Baseadas no Risco (ACBR), e tem por objetivo quantificar o risco a saúde humana através da análise de três características principais: a fonte, o meio de transporte e o receptor.

A CETESB padronizou essa metodologia de avaliação de risco, disponibilizando tabelas para introdução de dados e parâmetros específicos da área avaliada; tendo como resultado final valores de concentrações máximas aceitáveis, para as substancias e os possíveis riscos avaliados.

A Pratika Engenharia possui profissionais, altamente capacitados na realização de modelamentos de risco, utilizando a metodologia proposta pela CETESB.

O Plano de Desativação é requerido pela CETESB, para o encerramento de atividades licenciáveis, notadamente àquelas que possuem potencial poluidor e risco de agressão ao meio ambiente.

Dependendo dessas atividades, de acordo com o histórico da ocupação e processos desenvolvidos no local, é comum o órgão solicitar como parte integrante desse plano, uma Avaliação Preliminar, que pode apontar para necessidade da Avaliação Confirmatória de Passivo Ambiental, da Investigação Detalhada e ate mesmo, a necessidade de intervenção na área, através de um processo de Remediação Ambiental.

O comprador dessa área, deverá solicitar à CETESB, a emissão de um Parecer Técnico, sobre o novo Uso e Ocupação pretendida para o local.

A Pratika Engenharia vem atuando no mercado de forma a dar sustentação técnica ao referido instrumento de controle ambiental, realizando todas as etapas citadas.